Daniel Murray - foto:Gal Opido/2014

músico - violonista, arranjador, compositor


BRAZILIAN LANDSCAPES -
Michala Petri, Marilyn Mazur e Daniel Murray

(Our Recordings/Dinamarca)

Brazilian Landscapes-Michala Petri, Marilyn Mazur e Daniel Murray
“A ideia deste disco”, conta o violonista e produtor Lars Hannibal, “nasceu quando conheci Daniel Murray em 2014 em recital solo no Jazz Club Porgy and Bess em Viena.” Ele representava o Brasil na Classical Next, encontro internacional de música clássica. “Seu toque pessoal e arrojado chamou minha atenção. Imediatamente pensei em combinar o violão de Daniel com a maneira de tocar de Michala Petri, complementada com a incrível sensibilidade e inventividade de Marilyn Mazur”. De fato. A surpreendente ideia de juntar Daniel Murray, um dos mais destacados violonistas brasileiros, com duas instrumentistas mundialmente conhecidas e respeitadas resultou numa das gravações mais importantes de 2017. (João Marcos Coelho) - 2017

AUTORAL - violão solo

(Independente/Tratore)

Capa do CD AUTORAL - violão solo
"Artista requintado e estudioso, Daniel Murray carrega na bagagem suas composições maravilhosamente trabalhadas, cada qual apontando para um universo diferente dando uma belíssima contribuição para o violão brasileiro." (Guinga) - 2015
"Esse álbum traz composições marcantes de um violonista de raro refinamento técnico e acabamento, que ao mesmo tempo tem a inquietude e coragem de se lançar em novos caminhos no instrumento, na luta que todo músico trava consigo mesmo buscando a expressão da sua identidade artística." (Marcus Tardelli) - 2015

Tom Jobim Para Violão Solo

(Delira Música)

Capa do CD Tom Jobim para Violão Solo
" A maior parte do repertório de Tom Jobim para Violão Solo compreende canções e Murray soube explorar muito bem as nuanças desse material, "cantando" as linhas melódicas e apresentando as conduções de vozes com clareza - sem falar no acabamento sonoro, digno de concertista de alto nível. Entre os destaques estão os lindos arranjos de Murray para a valsa Imagina, Eu preciso de Você e a lírica Tema para Ana. Já Antigua, Chora Coração, Estrada Branca, Garoto e Luiza demonstram o amplo arsenal de recursos orquestrais e violonísticos de Bellinati, um grande mestre nessa função. A delicada Chanson pour Michelle, arranjada por José Edwin Murray, fecha esse belo álbum. Excelente!" Fábio Carrilho, Guitar Player - Agosto de 2011
"Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim e Daniel Murray se somam para multiplicar por dois o que parecia incomensurável. Ao dividirem seus talentos, autor e intérprete se acrescentam e agregam fortuna ao que parecia nem precisar de tanto mais para ser ainda muito melhor." Aquiles Reis (MPB4) - Maio de 2011
"Distante de qualquer virtuosismo vazio, Daniel Murray encontrou, por meio de seu violão elegante, novas maneiras de exibir a beleza da obra de Jobim" Carlos Calado, Guia da Folha - 27 de Maio de 2011
"Daniel Murray é um artista irrequieto, e sua sede por novas possibilidades de expressão agora volta sua atenção sobre Tom Jobim. A música de Jobim é esbelta: material de âmbito estreito, poucos elementos minuciosamente arranjados numa forma perfeita e de atmosfera insólita. Ao contrário de tantos projetos que se apropriam de Jobim e desfiguram sua música, Daniel se rende à precisão de sua arte. Em seus arranjos e interpretações, escolhe uma sonoridade lírica e os registros e texturas exatos para que a arte de Jobim apareça mais límpida e persuasiva. É preciso maturidade para se deixar mimetizar, desta forma, a um compositor, e Daniel aqui se iguala a Jobim em sabedoria artística." Fabio Zanon - São Paulo, 2010
"O som está perfeito, o da gravação e o teu som. Os arranjos são de um bom gosto extraordinário! Eu nunca tinha imaginado a possibilidade de se trazer o Jobim orquestral para dentro do violão. Você conseguiu esse feito com maestria. Num tempo de valorização da correria desabalada, do virtuosismo gratuito e sem conteúdo, ouvir o teu CD me transportou para um oásis de beleza musical. O disco é música o tempo todo, sem concessão de nenhuma espécie. Pra resumir eu acho que você fez o melhor disco do Tom de todos os que eu ouvi..." Mauricio Carrilho - Rio de Janeiro, 2010
"Tenho um especial carinho pelo violão. Não só por ser o instrumento que toco, mas também pelas suas qualidades intrínsecas. O violão clássico, seis cordas de nylon, acústico, tem uma sonoridade profundamente pessoal. Nas mãos de um mestre pode “cantar” uma melodia com coração e sensibilidade ou executar uma rapidíssima frase, com força e energia. Além disso o instrumento, com a sua peculiar distribuição da afinação de suas cordas oferece inúmeras possibilidades harmônicas sofisticadas, com inversões únicas. Um instrumento completo. Uma pequena orquestra, cheia de cores, nuances e dinâmicas que permite um compositor e arranjador pintar seu quadro com contrapontos rítmicos e melódicos.
Este CD do Daniel reúne uma coleção de pedras preciosas – o repertório, os arranjos e a execução. Canções de Antonio Carlos Jobim, também violonista, incapaz de escrever uma nota feia. Os arranjos de Paulo Bellinati e do Daniel são ricos e sonoros, demonstrando o profundo conhecimento que ambos têm do instrumento e, ao mesmo tempo realçando toda a beleza da música do Tom. E, finalmente, o Daniel, violonista, ourives-mor desta joalheria – impecável artista, com uma linda sonoridade e um coração que se percebe em cada nota. Desejo sucesso e longevidade para este projeto, que já me é muito querido." Oscar Castro-Neves - Califórnia, Outubro de 2010

...universos sonoros para violão e tape...

(Canto Discos/Tratore)

Capa do CD ...universos sonoros para violão e tape
"Recém-lançado em São Paulo, o disco do violonista Daniel Murray intitulado Universos Sonoros para Violão e Tape traz boas surpresas para o cenário eletroacústico. Experimental, contemporâneo, versátil e, acima de tudo, criativo... o difícil mesmo é descrever esse disco por inteiro, algo entre Gismonti e Cage, talvez. Seja como for, este trabalho independe de rótulos."Jonathan Gregory, Revista Violão Pro, 2008
"O violonista Daniel Murray lança um importante álbum em que prevalece o diálogo do violão acústico, muitas vezes tocado de maneira não-convencional, e sons eletrônicos abstratos. Murray é um virtuoso e os compositores gravados, Lelo Nazario, Silvio Ferraz e Flo Menezes, são músicos rigorosos e consistentes... para quem deseja ampliar o gosto estético, vale a pena ouvir esse violão ao mesmo tempo brasileiro e experimental." Guga Stroeter, Guia da Folha, São Paulo 19/12/2008
"Fiquei impressionado ao ouvir as interpretações de Daniel Murray. Sua versatilidade, sua sensibilidade, sua técnica, se colocam como ferramentas de construção da grande Música. Houve um tempo em que instrumentistas temiam ou estranhavam o novo universo sonoro dos sons eletrônicos. Daniel Murray é mestre e exemplo para as novas gerações de instrumentistas. Ele sabe se transmutar como peça de destaque ou como peça integrante em cenários sonoros os mais diversos." Jorge Antunes - Fevereiro de 2012
"...o jovem violonista Daniel Murray, nos proporcionou, em seu recital, uma visão da riqueza e da diversidade do repertório brasileiro."
"...longe dos ritmos trepidantes, de “sambas” estereotipados, a interpretação inspirada de Daniel Murray traduz, por outro lado, os acentos melodiosos, mas sempre sensuais..."
"...um verdadeiro momento de felicidade aplaudido calorosamente, por um público encantado..." Le Télégramme, 30/09/2003
Daniel Murray - foto Dani Gurgel 2010

Um resumo

Música Erudita/ Experimental/ Instrumental Brasileira

Solo, Duo, Trio e Quarteto.

Considerado um dos mais talentosos violonistas brasileiros de sua geração, Daniel Murray desenvolve ativa carreira como intérprete e compositor, apresentando-se no Brasil, America Latina e Europa desde 1998.

A conquista de seu primeiro prêmio, no “Concours International de Guitarre de Trédez-Locquémeau” - Bretanha – França, aos 14 anos de idade, marca o início de sua carreira. Sua discografia é composta por onze álbuns, cinco dos quais dedicados ao violão solo. Seu primeiro trabalho, gravado em 2008 – “Universos Sonoros para Violão e Tape”, foi realizado através do prêmio Petrobrás Cultural. Depois, seguiram-se “Tom Jobim para Violão Solo” e “Autoral”, ambos produzidos por Paulo Belinatti, “Universos em Expansão”, dedicado à música erudita contemporânea, além de trabalhos gravados como integrante do Duo Saraiva-Murray, Trio Opus 12, Quarteto Tau e Núcleo Hespérides.

Em 2011, realiza turnês internacionais, tocando em Londres (Saint Martin in the Fields, National Theatre, entre outros), Cambridge, Atenas, Paris, Saint Germain les Corbeil, Septveaux, além de participar da BIG (Bienal do Violão) em Chambéry/Lyon e do “MIDEM Festival” em Cannes. Também se apresentou como solista na “Porgy and Bess”, tradicional casa de shows em Viena, como o único brasileiro selecionado para integrar a programação da “Classical NEXT”, importante plataforma internacional para a música erudita. Na Dinamarca, apresentou-se no Royal Danish Conservatory of Music, além de ter realizado uma série de concertos didáticos através da LMS - Levende Musik i Skolen.

Em 2015, foi indicado ao “Prêmio Concerto” por sua atuação como solista. Em 2016, gravou, na Dinamarca, o álbum "Brazilian Landscapes" (OurRecordings/Naxus), ao lado de Michala Petri (flauta doce) e Marilyn Masur (percussão), conquistando o segundo lugar no Global Music Award. Também neste ano, sua composição “Canção e Dança” lhe rendeu o primeiro lugar no “Concurso Novas III”. Em 2017, fez seu début como solista, interpretando o concerto de Heitor Villa-Lobos, além de sua composição “Camarecóica” junto à Israel Chamber Orquestra (ICO) sob a batuta de Doron Salomon, em Tel-Aviv. Em 2018, recebeu o prêmio de destaque no “FMCB - Festival de Música Contemporânea Brasileira” por sua performance em homenagem a Egberto Gismonti. Neste ano, ainda foi solista da Orquestra Sinfônica Nacional (OSN) em Brasília e da Camerata da Orquestra Experimental de Repertório (OER), além de realizar turnê na Alemanha, promovendo seu recente álbum solo, intitulado “14-37 - Brazilian music for solo guitar” (Acoustic Music Records), onde faz uma retrospectiva de sua carreira.

Daniel Murray - Electrodays - Greece 2009

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